Tecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia
O presidente falou que se eu quisesse um emprego bom, mandasse um currículo pelo ponto com
Mas que diabos é isso? O que ele quis dizer? Será que não deu pra ele perceber?
Que eu moro do outro lado da linha avermelhada, do muro que separa o Centro da Baixada
Talvês seja vermelha pelo efeito bumerangue, o fluxo dela é Swing & Sangue
Anos-luz atrás da tecnologia, sem escola, sem emprego, sem moradia
O presidente falou que o sofrimento iria acabar, que a tecnologia veio pra facilitar
Amenizar o custo do proletário, porque a máquina não cobra salário
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do progresso
Duas faces da mesma moeda, da mesma tecnologia, uma no Centro, outra na periferia
Se por um lado ela automatiza e facilita o homem, por outro lado ela mata de fome
Agravando o desemprego operacional, aumentando a diferença social
Acessibilidade a uma menoria, proporcional dificuldade para a maioria
A plebe então, submetida a restrição dos que insistem em deter a informação
Ficando a mercê dos anúncios da TV, que ditam o que vestir e o que comer
As mulheres gastam tudo na formação estética e os homens em inutilidades domésticas
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do “progresso”
Mas de quem será a culpa? Será da tecnologia?Será do povo? Ou daquela menoria?
Que tem a mente fria, calculista, maquiavélica, vigarista
Que acham que na vida o que tem valor é estar conectado a rede de computador
Não pensam no suor de quem está te sustentando, não pensam no horror de quem está trabalhando
As custas da miséria e de um toque de sofrimento, oxigenando bem melhor a Zona Centro
Oxigenando bem melhor a Zona sul, sustentando esse bando de urubu
Eu quero que a elite se torne proletário, eu quero banda larga na Vila Centenário
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do progressoTecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia, assunto que não chega na periferia
Tecnológico, tecnologia
O presidente falou que se eu quisesse um emprego bom, mandasse um currículo pelo ponto com
Mas que diabos é isso? O que ele quis dizer? Será que não deu pra ele perceber?
Que eu moro do outro lado da linha avermelhada, do muro que separa o Centro da Baixada
Talvês seja vermelha pelo efeito bumerangue, o fluxo dela é Swing & Sangue
Anos-luz atrás da tecnologia, sem escola, sem emprego, sem moradia
O presidente falou que o sofrimento iria acabar, que a tecnologia veio pra facilitar
Amenizar o custo do proletário, porque a máquina não cobra salário
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do progresso
Duas faces da mesma moeda, da mesma tecnologia, uma no Centro, outra na periferia
Se por um lado ela automatiza e facilita o homem, por outro lado ela mata de fome
Agravando o desemprego operacional, aumentando a diferença social
Acessibilidade a uma menoria, proporcional dificuldade para a maioria
A plebe então, submetida a restrição dos que insistem em deter a informação
Ficando a mercê dos anúncios da TV, que ditam o que vestir e o que comer
As mulheres gastam tudo na formação estética e os homens em inutilidades domésticas
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do “progresso”
Mas de quem será a culpa? Será da tecnologia?Será do povo? Ou daquela menoria?
Que tem a mente fria, calculista, maquiavélica, vigarista
Que acham que na vida o que tem valor é estar conectado a rede de computador
Não pensam no suor de quem está te sustentando, não pensam no horror de quem está trabalhando
As custas da miséria e de um toque de sofrimento, oxigenando bem melhor a Zona Centro
Oxigenando bem melhor a Zona sul, sustentando esse bando de urubu
Eu quero que a elite se torne proletário, eu quero banda larga na Vila Centenário
Dois extremos de uma realidade em retrocesso, em nome da pobreza, em nome do progresso