“5X FAVELA” é EXIBIDO NO FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE PARIS

Publicado em: laboratoriopop.com.br

 

06.05.2011 | 14:32

“5X FAVELA” é EXIBIDO NO FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE PARIS

A sala do Le Nouveau Latina, no bairro do Marais, ficou lotada durante a sessão do filme 5x favela, Agora por nós mesmos nesta quinta (5) no Festival de Cinema Brasileiro de Paris. O cineasta Cacá Diegues, produtor do longa, e três dos sete cineastas que dirigiram as cinco partes do filme estiveram presentes na exibição.

 

Os diretores Wagner Novais, Rodrigo Felha e Cadu Barcellos conversaram com o público logo após a projeção do filme. “Nós moramos na favela e somos felizes”, disse Barcellos, que também comentou que as histórias do filme são universais. “São histórias de seres humanos, isso poderia acontecer na França ou na Coréia”, completou.

Nesta sexta (6), o festival exibe o  inédito 4 X UPP, também coordenado por Diegues e produzido por Renata de Almeida Magalhães. Eles vão estar presentes na sessão, assim como o secretário de segurança do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, e o presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão. A produção é dividida em quatro partes, dirigidas por cineastas das comunidades.

 

O Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que vai até o dia 17, vem se consolidando como o evento audiovisual brasileiro de maior prestígio no exterior . Entre no site oficial para conferir detalhes da programação, sinopses e fichas técnicas.

 

Publicado em: http://www.laboratoriopop.com.br/temporeal/5x-favela-e-exibido-no-festival-de-cinema-brasileiro-de-paris-/8842

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5x Favela no Combo Cine

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5X Favela – 13º Festival de Cinema Bréslien de Paris

5 X FAVELA, AGORA POR NÓS MESMOS
Wagner Novais, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal, Cadu Barcellos, Luciana Bezerra, Manaíra Carneiro – 2010 – 103min – Ficção – VOSTF

Roteiro: Rafael Dragaud
Montagem: Quito Ribeiro
Fotografia: Alexandre Ramos
Som: Guto Graça Melo
Produtor: Renata de Almeida Magalhães, Carlos Diegues
Produção: Luz Mágica Produções Audiovisuais Ltda.
Com: Juan Paiva, Pablo Vinícius, Ruy Guerra, Flavio Bauraqui

Quinta, 5 de maio, às 19h00. Com a presença da equipe.
Sexta, 6 de maio, às 14h00. Com a presença da equipe.

Prêmios em Festivais:

Seleção oficial do Festival de Cannes em 2010.
Festival de Cinema de Paulínia 2010: 5 X Favela recebeu 6 prêmios:
Prêmio de Melhor Filme
Prêmio de Melhor Ator – Marcio Vitto
Prêmio de Melhor Atriz coadjuvante – Dila Guerra
Prêmio de Melhor Roteiro
Prêmio de Melhor Montagem
Prêmio de Melhor Trilha Sonora
19° Festival de Biarritz 2010:
Prêmio do publico

Biografia dos Diretores :

Os sete jovens diretores do filme são moradores de favelas do Rio de Janeiro, treinados e capacitados a partir de oficinas profissionalizantes de audiovisual ministradas por grandes nomes do cinema brasileiro como Nelson Pereira dos Santos, Ruy Guerra, Walter Lima Jr., Daniel Filho, Walter Salles, Fernando Meirelles, João Moreira Salles e muitos outros.

5X Favela para os diretores Manaíra Carneiro, Wagner Novais e Rodrigo Felha, foi a primeira experiencia audiovisual. Já para Cadu Barcellos, o episódio dirigido nesse filme, foi o seu segundo curta-metragem. Cacau Amaral já dirigiu sete curtas-metragens e um documentário, pelos quais ganhou três prêmios e três menções especiais em distintos festivais de cinema no Brasil. Luciano Vidigal já trabalhou como ator em diversos filmes, como em Cidade dos Homens e em É Proibido Proibir . Luciana Bezerra trabalhou como roteirista e como atriz para a televisão brasileira e 5X Favela é o seu segundo curta-metragem.

Vendas Internacionais:
Julie Susset – Julie@elledriver.eu

Publicado em: http://www.festivaldecinemabresilienparis.com/2011/por/jeune/favela.htm

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Confronto no Dia da Baixada

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VENCEDORES DO I ANÁPOLIS FESTIVAL DE CINEMA

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Anápolis Festival de Cinema encerra em grande estilo

encerramentoA cerimônia de encerramento do I Anápolis Festival de Cinema aconteceu nesta segunda-feira, 18, no Teatro Municipal. A premiação foi entregue para os melhores colocados em diversas categorias: longa-metragem de Ficção Brasileiro “Adhemar Gonzaga” e também para a melhor produção de curta anapolino de todos os gêneros – “Curta-Anápolis”. O evento foi uma realização da Prefeitura de Anápolis, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Estiveram presentes o prefeito Antônio Gomide, o secretário municipal de Cultura, Augusto César de Almeida, o diretor das oficinas de cinema, Walter Webb, o presidente do júri, Lauro Moreira, e demais convidados e atores.

Na categoria longa-metragem de Ficção Brasileiro “Adhemar Gonzaga” cinco filmes já premiados em cenário nacional foram selecionados pelo curador do festival, Rubens Edwald Filho. O longa 5 X Favela – Agora por nós mesmos foi premiado com a melhor fotografia (Alexandre Ramos) e Murilo Rosa, do filme Orquestra de Meninos, ganhou como melhor ator. O longa Os inquilinos conquistou os prêmios de melhor atriz coadjuvante (Cássia Kiss), melhor atriz (Ana Carbattie) e melhor direção (Sérgio Bianchi). Antes que o mundo acabe conquistou o prêmio de melhor filme de ficção (Ana Luiza Azevedo), melhor ator coadjuvante (Murilo Grossi) e melhor roteiro (Paulo Halm, Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado e Giba Assis Brasil).

O presidente do júri Lauro Moreira, responsável pela escolha do melhor curta anapolino, agradeceu a realização da primeira edição do festival de cinema em sua cidade natal. “Aguardarei ansiosamente pelo 2º Anápolis – Festival de Cinema”, comemorou.
O secretário municipal de Cultura falou das inúmeras atividades realizadas na cidade, como a apresentação das mostras dos filmes no Teatro Municipal e nos bairros, oficina de cinema com o diretor Walter Webb, encontro dos cineclubistas e outros. “Agora a atividade cinematográfica é uma realidade em Anápolis”, disse.

O prefeito Antônio Gomide comemorou as conquistas realizadas na primeira edição do festival. “Estamos plantando uma semente, conquistando mais cultura para a nossa cidade e dando à população mais acesso a esta arte”, pontuou.

Festival

Entre os dias 12 a 17 de abril, foi realizada a exibição de filmes para as crianças da rede municipal de ensino e o Encontro de Cineclubes do Centro-Oeste. Oficinas de roteiro, produção e direção foram ministradas no decorrer do evento, além de debate com diretores, produtores e elenco dos filmes das mostras competitivas. Ainda, durante o festival, foram lançados livros de cunho cinematográfico e apresentadas reprises dos filmes em praças públicas. Mais de 15 mil pessoas participaram da programação que movimentou a cena cultural de Anápolis.

  • VENCEDORES DO I ANÁPOLIS FESTIVAL DE CINEMA
  • – Mostra Competitiva Adhemar Gonzaga-Filme brasileiro de longa-metragem de ficção
  • 1)    PRÊMIO “BETO LEÃO”:
  • 1.1 – Melhor Filme de Ficção  – ANTES QUE O MUNDO ACABE-Ana Luiza Azevedo- R$ 24.000,00 (vinte e quatro mil reais) mais troféu;
  • 1.2 – Melhor Direção –SÉRGIO BIANCHI- do filme OS INQUILINOS R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;
  • 1.3-Melhor Ator –MURILO ROSA- pelo  filme  ORQUESTRA DE MENINOS-R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;
  • 1.4 – Melhor Atriz –ANA GARBATTI- DE OS INQUILINOS-R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;
  • 1.5 – Melhor Ator Coadjuvante –MURILO GROSSI- do filme ANTES QUE O MUNDO ACABE-R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;
  • 1.6 – Melhor Atriz Coadjuvante – CÁSSIA KISS-DE OS INQUILINOS-R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;
  • 1.7 – Melhor Roteiro – PAULO HALM, ANALUIZA AZEVEDO, JORGE FURTADO E GIBA ASSIS BRASIL-ANTES QUE O MUNDO ACABE- R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;
  • 1.8 – Melhor Fotografia –ALEXANDRE RAMOS-5XFAVELA- R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;
  • Mostra Competitiva Curta Anápolis – Filme de curtas-metragens Anapolino de todos os gêneros
  • 2)  PRÊMIO “BETO LEÃO”:
  • 2.1 – Melhor Curta Metragem Anapolino –-(Entre)Direção: Carlos César e Wanessa Prêmio Incentivar- Secretaria Municipal da Cultura à Produção de Curta-Metragem que será destinado à produção de um curta metragem a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do II Anápolis Festival de Cinema/2012 – R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais) mais troféu;
  • Como melhor curta anapolino, entre 15 inscritos e cinco selecionados, a premiação foi para Entre, de direção de Wanessa Achkar e Carlos César. O prêmio “Incentivar” foi entregue no valor de R$ 36 mil, para produção de um novo formato que irá abrir a segunda edição do Anápolis – Festival de Cinema. “Agora temos a responsabilidade de fazer um novo curta com resultado de cinema”, garantiu um dos diretores.

Publicado em: http://www.anapolis.go.gov.br/anapolisfestivaldecinema/index.php?option=com_content&view=article&id=175:i-anapolis-festival-de-cinema-encerra-em-grande-estilo-&catid=61:noticias

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DFC em Caxias

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5x Favela, 5x Humano, 5x Carioca

Publiccado em: tdvproducoes

Por Mariana Gomes

O filme que conquistou Cannes, Paulínia e até a Barra!

O longa, que é um remake de “5x favela”, feito no anos 60 por Cacá Diegues, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Marcos Farias e Miguel Borges, membros ativos do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes, o CPC da UNE. Desta vez, o filme foi dirigido por cinco moradores de favelas e bairros pobres do Rio de Janeiro e produzido por Cacá Diegues e Renata Magalhães. O resultado foi uma seleção para a mostra não competitiva do Festival de Cannes, onde foi ovacionado, e sete prêmios no Festival de Cinema de Paulínia-SP. Os diretores Manaíra Carneiro, de apenas 23 anos, Luciano Vidigal, Luciana Bezerra, Rodrigo Felha, Wagner Novais e Cadu Barcellos deram um show. Nenhum deles havia dirigido um filme de grande orçamento antes, apenas curtas amadores.

Sensibilidade é a palavra que resume o longa repartido “5x favela – Agora por Nós Mesmos”. O filme narra cinco histórias belíssimas, algumas cheias de clichê, mas todas muito bem produzidas e dirigidas. Uma delas em especial arrancou risos do cinema inteiro pela fofura. A aventura de Wesley e Orelha, dois meninos super companheiros e inteligentes que só querem conseguir um frango para o aniversário do pai de Wesley, dá ao filme a leveza das crianças, que, por sinal, roubam a cena. Aliás, os atores parecem ter sido escolhidos a dedo. Adequaram-se completamente ao roteiro e, com raras exceções, mandaram muito bem. Talvez pela falta de experiência do pessoal, alguns roteiros eram quase fábulas completas, principalmente o “Fonte de Renda”. O episódio não perde seu valor artístico por isso, os enquadramentos continuam singulares, os atores te fazem mergulhar nos diálogos, mas a lição de moral ainda incomoda. Talvez mais a mim, porque não acho que é isso que a favela precisa.

Eu poderia ter aproveitado cada cena do filme, não fosse um simples detalhe: fui assisti-lo no UCI New York City Center, na Barra. Foi quase uma experiência antropológica. Não foi só assistir ao filme, foi assistir um filme sobre favela em um cinema na Barra. Levi Strauss me invejaria. Algumas cenas do filme, mesmo as mais óbvias, eram explicadas por essas pessoas aos amigos sentados ao lado como se estivessem assistindo a um documentário super complexo. E pelo volume da voz, em casa. O mais impressionante foi o comentário sobre uma menina tocando violino na favela “ah, até parece”. Já imaginou ver uma pessoa sendo queimada viva numa tela enorme e alguém rindo disso? Pois é, na Barra tem. Não sei se é uma completa falta de noção da realidade, como se a favela ficasse muito distante da casa deles, ou se é simplesmente não saber que isso pode acontecer no lugar onde a faxineira deles trabalha.

Em termos de linguagem, o filme prova que tem muita gente boa por aí pelo Brasil querendo investimento em seus potenciais. E não falo só de investimento financeiro, ele é importante sim, mas não é tudo. Digo isso porque, mesmo com Cacá Diegues dando aos diretores todo o mérito do projeto, o filme continua sendo dele. E é ele, o global Cacá, que tem legitimidade neste filme. Não só ele, é claro, a trilha sonora, por exemplo, é de Guto Graça Mello. Isso me cutuca, me deixa pensando “será que este filme só teve todo este espaço porque tem o ‘respaldo’ de profissionais consolidados?”; ou “será que se o filme fosse feito apenas a partir das oficinas idealizadas por Cacá, mas não levasse seu nome, estaria no grande circuito?”. Não sei. Mas isso me leva a outra dúvida: algum dia vamos ver excelentes cineastas, como esses revelados por Cacá, sem precisar de sua “tutela”? Não estou dizendo aqui que isso é demérito, mas não seria ótimo não dar apenas voz aos favelados, mas sim, legitimidade para narrar suas próprias histórias?

Vale dizer que 5x favela não é um filme estilo ONG. Não foi um projeto social, e sim um projeto cinematográfico sério e consistente, e com novas vozes. Não tem a intenção de apelar para mostrar um tal “outro lado” da favela carioca. Apesar das insistentes lições de moral presentes nas histórias, o filme traz um olhar diferente e natural dos costumes e dos modos de viver das pessoas. Embora um dos episódios também force um pouco a barra, exagerando nas relações entre moradores de favelas dominadas por facções rivais, como se um morador da Rocinha jamais pudesse visitar uma favela controlada pelo Comando Vermelho sem ser visto como um “alemão” e tratado com hostilidade. O filme é bom, só poderia ter sido mais combativo quanto aos problemas básicos da favela. Acho que essa não era a proposta, mas se fosse, seria ótimo. Até porque, quando o filme acaba, a sensação é a de querer mais!

Publiccado em: http://tdvproducoes.com/virusplanetario/index.php/2011/04/15/5x-favela-5x-humano-5x-carioca/

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Matanza em Caxias

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As Aventuras de Super Angu

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Heraldo HB na Quarta básica

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