Sorria

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5X Favela – Prêmio Margarida de Prata

Publicado em: igrejahoje.com.br

Prêmios de Comunicação da CNBB

A entrega dos prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na noite da última sexta-feira, 23 de julho, foi marcada pela emoção. A cerimônia, transmitida ao vivo pelas tvs católicas, aconteceu durante o segundo Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação, no auditório da TV Aparecida, em Aparecida (SP).

O grupo Cantores de Deus, com um repertório variado, animou a noite e encantou a plateia composta por mais de 400 pessoas, que, atentas, assistiam a premiação.

Uma das vencedoras do Margarida de Prata, a diretora do filme 5x Favela, Luciana Bezerra, explicou que o filme, feito pela primeira vez em 1961 por Cacá Diegues surgiu da ideia do cineasta de refazê-lo na ótica dos moradores da favela.

– Este filme é muito mais que um filme. É um ato político, de perseverança e de solidariedade, definiu Luciana.

O prêmio Clara de Assis (Televisão) contemplou o jornalista Marcelo Canelas. Ele concorreu com o documentário sobre a Amazônia, Cabeça do Cachorro, que trata da questão indígena em São Gabriel da Cachoeira (AM). E, em seu agradecimento, destacou a diversidade cultural da região como um “patrimônio de todo o povo brasileiro”.

– Queremos oferecer este prêmio aos povos indígenas de São Gabriel da Cachoeira, disse.

A jornalista Andreia Moroni, premiada com o troféu Microfone de Prata (Rádio), com o programa jornalístico O Brasil Hoje lembrou que a ocasião estimula o trabalho dos profissionais de comunicação.

– Este prêmio é um grande incentivo para produzirmos novos programas, considerou.

O presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social da CNBB e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, recebeu, durante a cerimônia, uma placa em reconhecimento por seu trabalho de oito anos à frente da Comissão.

Confira a lista completa dos vencedores da edição 2009 dos Prêmios de Comunicação da CNBB.

Prêmio Margarida de Prata de Cinema

Curta-metragem: O som do tempo – diretor: Petrus Cariri Maia de Moura

Longa-metragem: 5X Favela – diretores: Wagner Novaes, Renata de Almeida Magalhães e Luciana Bezerra

Documentário: Duas vidas e uma só causa – diretores: Tatiana Palastri e Alexandre Rampazzo

Menção honrosa: O advogado das almas – diretores: Thaisa Cerveira e Rafael Salim

Prêmio Microfone de Prata de Rádio

Categoria Jornalismo: Jornal Brasil Hoje – Andrea Moroni – Rádio Aparecida

Categoria Religioso: programa Experiência de Deus – Geizon Sokacheski e Zélia Moreira – Rádio Evangelizar (Curitiba-PR)

Categoria Entretenimento: programa Ponto de vista – Marcelo Samurai, Juninho Delzemi e padre Elias de Souza – Rádio América (Belo Horizonte-MG)

Categoria especial: Arquidiocese de Brasília 50 anos – Anderson Mendanha – Rádio Nova Aliança (Brasília-DF)

Menção honrosa: Pequeninos do Senhor – Sérgio Rodrigues – Rádio Central (Campinas-SP)

Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa

Jornalista Juliana Borba com a reportagem Notas de Solidariedade – Revista Família Cristã

Jornalista Nanci Alves com a reportagem Na estrada da vida nada se perde – Jornal Opinião, da arquidiocese de Belo Horizonte (MG)

Prêmio Clara de Assis de Televisão

Categoria documentário: Paixão de Cristo – Diretor: Vitor Hugo Cardoso

Categoria reportagem: Cabeça do Cachorro – Marcelo Canellas

Nice Affonso
* Foto: CNBB

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As aventuras de Super Angu – A rádio

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Quem diria

5 horas
Já estou acordado
5 e vinte
Caminhando pela rua
À luz da lua
Os braços cruzados ajudam a suportar o frio
Perdi um trem
Tá com fo-me
Tá com fo-me
“Trem com destino à Central do Brasil. 5 e 44, plataforma B”
Lotado
Lembrei de Solano Trindade
Tá com fo-me
Tá com fo-me
Daqui a pouco estou na Central
“Aê! Me vê um pastel e um caldo”
Quem diria
Que seria
Poesia
O dia a dia
Da periferia

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UPP – Unidade de poesia dos pretos

Caminhando em frente a rodoviária ouvi um poeta cochichar com outro que acabara de descer do ônibus: “A repressão é forte, mas após às 10 da noite a gente vende quantos livros quiser.”

Entendi que além da FLIP, Flipinha, Flipzona e Off Flip; existe uma outra feira acontecendo em Paraty. Não precisa ter olhos de águia para enxergar isso. Já no primeiro dia era possível ver o Borboleta de Mesquita vendendo suas histórias em quadrinhos; o casal de autores de cordel da Paraíba; o Chapolin; os poetas maloqueiristas… Fora uma porrada de gente que passa desapercebido aos nossos olhos. Uma porrada de autotes que se mantém uma semana em Paraty, sabe lá Deus como, vendendo e difundindo a literatura brasileira. Gritando “Vamos ler os poetas vivos!”

Longe dos holofotes essa galera faz a gente refletir sobre o que é mais ou menos relevante para a arte de nosso país. Seja em uma das mais badaladas mesas, onde Joe Sacco difundia seu jornalismo da ilha de Malta, que nos transporta direto pras batalhas da Faixa de Gaza com suas atmosferas em quadrinhos que cospem em nossa insistência por colocar panos quentes no mito da objetividade. Seja nas mesas do pequeno Zaratustra, onde o poeta da praia do sono divide seus microcontos e desaforismos com a plateia.

Sérgio Vaz e sua trupe simplesmente detonaram o sarau do Zaratustra na noite de sábado. De longe o melhor momento da semana. Os poetas do Cooperiferia rasgaram a boca com sua arte descaradamente engajada, como eles mesmos berraram ao microfone. “Não nos peçam a paz porque queremos guerra”. Ou ainda: “Vamos implantar a nossa UPP – Unidade de poesia dos pretos”.

 

Cooperiferia no sarau. Arte descaradamente engajada

Cooperiferia no sarau. Arte descaradamente engajada - Cacau Amaral na Flip

Off Flip - Microcontos diretos da Praia do Sono no Zaratustra

Off Flip - Microcontos diretos da Praia do Sono no Zaratustra - Cacau Amaral na Flip

Público assiste David Byrne por trás da grade

Público assiste David Byrne por trás da grade - Cacau Amaral na Flip

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O dual

O que eu gosto é de poesia dúbia
Com fé e com fezes
Com Tarcila…
Mas com Solano Trindade
Com Deus
Mas sem Cristo
Com Cristo
Mas sem milagre

Um bom moço
Que nasceu para ser fino
Ao mesmo tempo grosso

Nasci pra ser violento
Nasci na periferia
Garanto meu sustento
E minha poesia

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Feira da música e teatro

Flipzona – Bate papo sobre “Jornalismo e literatura” com Edney Silvestre, autor do romance policial “Se eu fechar os olhos agora”. Edney falou sobre o preconceito que sofreu na literatura por ser repórter de TV. A história mudou de figura após ter recebido o Prêmio São Paulo e o Prêmio Jaboti.

A casa onde acontece a Flipzona comporta aproximadamente 80 pessoas, mas diariamente acontecem shows com um público bem maior que esse. Para isso é utilizado o palco da Flipinha. Destaque para “Realidade Negra”, grupo de hip hop do Quilombo do Campinho. Localizado na Rio-Santos entre o centro de Paraty e a divisa com São Paulo, o quilombo tem um restaurante muito bom. O prato predileto é peixe ensopado com banana.

Teatro – “O outro” de Lourenço Mutarelli foi interprerado por ele mesmo na Cada da Cultura. Ao fim da noite, na tenda principal, aconteceu a leitura do texto “Tarcila”, de Maria Adelaide Amaral. O texto conta a história do modernismo através de conversas entre Tarcila, Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Anita Malfati.

 

Realidade Negra" ao palco da Fliizona. Hip hop quilombola do Campinho!”

Realidade Negra" ao palco da Fliizona. Hip hop quilombola do Campinho! - Cacau Amaral na Flip

Lorenço Mutarelli ao palco da Xasa da Cultura na peça "O outro". O autor em cena.

Lorenço Mutarelli ao palco da Xasa da Cultura na peça "O outro". O autor em cena.

Joe Sacco, autor de diversos quadrinhos sobre conflitos contemporâneos, fala sobre jornalismo em HQ na FLIP

Joe Sacco, autor de diversos quadrinhos sobre conflitos contemporâneos, fala sobre jornalismo em HQ na FLIP

Vamos ler os poetas vivos! Era o que se ouvia ao caminhar pelas ruas de Paraty

Vamos ler os poetas vivos! Era o que se ouvia ao caminhar pelas ruas de Paraty - Cacau Amaral na Flip

Jornalismo e literatura com Edney Silvestre, lançando o romance policial "Se eu fechar os olhos agora" na Flipzona

Jornalismo e literatura com Edney Silvestre, lançando o romance policial "Se eu fechar os olhos agora" na Flipzona - Cacau Amaral na Flip

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FLIP, Flipinha, Flipzona, Off Flip

FLIP – O segundo dia da Lurdinha começou com o Manifesto por um Brasil Literário. O movimento promoveu um debare sobre a leitura no brasil. A Casa da Cultura ficou lotada. Chegar uma hora antes para pegar a senha não garantia uma cadeira no auditório.

Flipinha – Vários ônibus estacionam diariamente, de onde descem um batalhão de crianças. No palco, elas encenaram e cantaram um rap sobre os legumes. As árvores da Praça da Matriz ficaram cobertas de livros infantis pendurados.

Flipzona – Tivemos Cavi Borges em dose dupla. Ele falaria do processo de produção dos filmes da Cavídeo, mas mudou toda a programação e apresentou seus curtas na primeira sessão e o longa “Malditos Cartunisras” na segunda. Depois dos filmes, sim, o bate papo. Os cineastas de Paraty queriam saber como ele faz um filme de 300 mil com 30.

Off Flip – À noite aconteceu a inauguração do Núcleo de Cinema de Paraty. Gilberto Galvão deu uma verdadeira aula sobre o filme “Cidadão Kane” e como Orson Welles transformou um orçamento falido em uma obra prima. Depois foi a vez do Sarau no Zaratustra. O coletivo Poesia Maloqueirista, de São Paulo lançou o livro “Varal de Poemas. vol. 1”. 20 reais.

Dentro da FLIP acontecem a Flipinha, para crianças, e a Flipzona, para jovens. Além destas tem a Off Flip, realizada pelo Silo Cultural em parceria com a Secretaria de Turismo, com a participação de 80 escritores.

 

Dentro da FLIP acontece a Flipinha e a Flipezona. Alem dissobtem a Offflip, com 80 escritores

Dentro da FLIP acontece a Flipinha e a Flipezona. Alem dissobtem a Offflip, com 80 escritores - Cacau Amaral na Flip

10 anos do Poesia Maloqueirista no Zaratusta - offflip

10 anos do Poesia Maloqueirista no Zaratusta - offflip - Cacau Amaral na Flip

Cavi apresenta seu novo longa "Malditos Cartunistas". Estreia mundial na FLIP

Cavi apresenta seu novo longa "Malditos Cartunistas". Estreia mundial na FLIP - Cacau Amaral na Flip

Cidadão kane inaugurou o Núcleo de Cinema de Paraty. Com a incrível introdução de Gilberto Galvão

Cidadão kane inaugurou o Núcleo de Cinema de Paraty. Com a incrível introdução de Gilberto Galvão

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Lurdinha vai à FLIP

A abertura da FLIP foi marcada pela manifesração dos professores do estado. Em seu trigésimo dia de greve, cerca de 50 professores fizeram passeata da Praça do Chafariz até a sede da FLIP. Munidos de panelas, apitos, cartazes e até um caixão; eles proferiram a situação da educação fluminense para os frequentadores da feira.

 

Professores do estado protestam na FLIP

Professores do estado protestam na FLIP - Cacau Amaral na Flip

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Sarau Suburbano

27/06/2011 (segunda-feira) – 20h às 22h
Apresentação: Alessandro Buzo e Tubarão

Por conta de uma entrevista ao vivo de Alessandro Buzo na TV APARECIDA em Aparecida do Norte (dia 28, terça), o proximo #SarauSuburbano acontece EXCLUSIVAMENTE numa segunda-feira (dia 27/06 – 20h às 22h)…..
Outro detalhe, a apresentação do SARAU passa a ser agora de Alessandro Buzo e Tubarão Du Lixo, evitando assim, futuras mudanças de datas, quando o BUZO não tiver como, o Tubarão apresenta.

Nóis q ta
Buzo
http://www.sarausuburbano.blogspot.com

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