Maria

Tom G. Intro D E

 

     D E                   D           E

Maria, jamais te esquecerei

                                   F#m

O que houve, eu nem sei

     D E                                D

Maria, por que foi que tu partiste

E                             D

Meu coração não resiste

E                                       D                   E

Desmoronou num mar de lágrimas

     D                 E                          D

Maria, o teu sorriso é um encanto

                 E       D                                         E       D

Vale meu pranto. Então está tudo bem

 

     D     E                                   D           E

Oh Deus, o que é que eu estou dizendo

                           F#m

Se ainda estou sofrendo

     D E                       D           E

Maria, teu nome principia

                         D     E               D           E

Nas páginas douradas do livro divino

       D   E                                   D         E

Não temo. Não temos mais a solidão

                                     D   E                               D

Porque você ainda está viva. Dentro do meu coração

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As Aventuras do Agente 77 – os cinco atos. Menção Honrosa

Publicado em: visoesperifericas.org.br

Festival Audiovisual Visões Periféricas 2008

O Festival Audiovisual Visões Periféricas 2008 aconteceu na CAIXA Cultural, centro do Rio de Janeiro, no período de 03 a 07 de setembro. Nesta segunda edição, o festival recebeu mais de 250 inscrições e exibiu 81 filmes divididos na mostra competitiva Visorama e nas temáticas Cinema da Gema (produções cariocas e fluminenses), Fronteiras Imaginárias (obras realizadas por quem lançou um olhar sobre a “periferia”), Periferia Animada (universo infantil) e Meio Ambiente. Cerca de 3.000 pessoas circularam na sala de cinema, mesas de debates e nos 14 cineclubes do circuito cineclubista espalhados pela cidade e periferias. Abrigou o Encontro 2008 do Fórum de Experiências Populares em Audiovisual (FEPA- Brasil) reunindo representantes de diversas escolas e oficinas de formação em audiovisual localizadas em espaços populares para a troca de experiências e discussão de políticas públicas específicas para essa produção de periferia. O Secretário do Audiovisual, Silvio Da-Rin, compareceu no encerramento do festival e declarou todo o seu apoio a essas iniciativas, encerrando seu discurso com uma frase inspirada: “Esperamos que as produções circulem por muitas visões e muitas periferias”.

Premiação:

A Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABD) começou a premiação lembrando a dificuldade de julgar vídeos com temas tão diferentes como, por exemplo, ficção, documentário e animação. A entidade ofereceu uma Menção Honrosa para “Priara Jô, depois do ovo a guerra” realizado pela instituição Vídeo Nas Aldeias, que mostra a brincadeira dos curumins da tribo Panará, no Mato Grosso. O troféu da ABD foi para “Crônicas de um fato comum”, da ONG Cidadela, que remonta a história de um jovem assassinado numa comunidade de periferia. Produzido no Rio de Janeiro, o vídeo também levou o Prêmio Crítica Sociale seu diretor, Paulo Silva, morador da Cidade de Deus há 38 anos, dedicou a conquista aos seus filhos.

O Prêmio Coisas Nossas, dedicado a afirmação positiva das periferias foi para “Priara Jô, depois do ovo a guerra”, enquanto o Prêmio Singular Periferia, que retratou a periferia de forma inovadora, humana e solidária ficou com “Cidade Cinza”, dos mineiros Clebim Santos e Lucas Botelho. Por sua criatividade e irreverência, a animação “As Aventuras do Agente 77 – os cinco atos” recebeu uma Menção Honrosa. O vídeo foi realizado por Cacau Amaral, da CUFA do Rio de Janeiro.

O Visões Periféricas 2008 continuou até o final de setembro, circulando diversos vídeos da mostra pelo circuito de Cineclubes do Estado do Rio de Janeiro como Cineclube Beco do Rato (Lapa), Cineclube Outros Tempos (Niterói), Cineclube Plano Geral (Sesc Tijuca), Cinema com Batuque (São João de Meriti) e Cineclube Subúrbio em Transe (Vista Alegre), atingindo o seu principal público, ou seja, moradores de espaços populares.

Publicado em: http://www.visoesperifericas.org.br/2012/festival_2008.html. Último acesso: 10/10/2012

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1 ano e 1 dia

Quando eu vim pra cá eu tinha medo, eu tinha medo
Mas só que agora eu não tenho não
É que eu estou cansado de chorar, de recuar
Sempre corri atrás e mereço ganhar
Nunca parei de lutar, nunca me conformei
Aprendi o que é meu direito, agora eu sei
Apanhei da polícia, virei outra face
Aproveitaram minha ignorância
Bando de covardes

Mas agora não tenho medo não
Conheci um livro chamado constituição
Só pra esclarecer, isso não é um pedido compadre
Isso é um resgate
Por onde passei fiz vários amigos
Fui ajudado, fui testado e fui traído
Se auto-intitular não vai adiantar
Você tem um ano e um dia pra provar

Queremos paz, também queremos terra!
Queremos paz, também queremos terra!
Queremos paz, também queremos terra!
Mas se não tiver paz… Teremos guerra

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1 ano e 1 dia

Quando eu vim pra cá eu tinha medo, eu tinha medo
Mas só que agora eu não tenho não
É que eu estou cansado de chorar, de recuar
Sempre corri atrás e mereço ganhar
Nunca parei de lutar, nunca me conformei
Aprendi o que é meu direito, agora eu sei
Apanhei da polícia, virei outra face
Aproveitaram minha ignorância
Bando de covardes

Mas agora não tenho medo não
Conheci um livro chamado constituição
Só pra esclarecer, isso não é um pedido compadre
Isso é um resgate
Por onde passei fiz vários amigos
Fui ajudado, fui testado e fui traído
Se auto-intitular não vai adiantar
Você tem um ano e um dia pra provar

Queremos paz, também queremos terra!
Queremos paz, também queremos terra!
Queremos paz, também queremos terra!
Mas se não tiver paz… Teremos guerra

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Indicação ao Prêmio Hutuz 2008

Disponível em: hiphopfree.wordpress.com

Archive for the ‘URBAN’ Category

Posted in URBAN on novembro 27, 2008 | Leave a Comment »

QUEM DISSE QUE O RIO NÃO CONCORRE NO HUTÚZ……..

Participação dos cariocas no Prêmio Hutuz 2008…

São eles:

DESTAQUE GRAFFITTI:

* Kajaman
* Ric

HIP HOP CIÊNCIA E CONHECIMENTO:

* Cavi Borges e Emilio Domingos:
http://www.hutuz.com.br/2008/in.php?pagina=in/lapa

* Cacau Amaral: http://www.hutuz.com.br/2008/in.php?pagina=in/guerreiras/

DEMO MASCULINO:

* Vozes do Gueto “Amizade é coisa séria”
http://www.myspace.com/vozesdogueto

DEMO FEMININO:

* Dacal “Pode ser”: http://www.myspace.com/dacalreggaemovimento

DESTAQUE GOSPEL:

* Manuscrito: http://www.myspace.com/djscoobyamp

MELHOR SITE DE GRUPO DE RAP:

* Consciência Tranquila (http://www.conscienciatranquila.com/)
* Hanna Lima (http://www.hannahlima.com/)

Lembrando que a votação continua até amanhã, quinta, dia 27/11.

vamus hj amigos conferir pra quem vai….

Disponível em: https://hiphopfree.wordpress.com/category/urban/page/25/. Último acesso em: 22/12/2014.

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Há muito tempo

Há muito tempo

Te conheci

Depois de um tempo

Nunca mais te vi

Eu dei um tempo

Só que não aguento

Ficar tanto tempo

Só porque aquele não era o momento

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5X Favela – Jornal O Globo – Segundo Caderno – À meia-noite morrerei

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Cinecufa 2008

Abertura do CINECUFA movimenta segunda-feira carioca

Fonte: http://www.cinecufa.com.br

Nesta segunda-feira, 08 de setembro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), foi palco da abertura da segunda edição do CINECUFA, um festival de cinema independente organizado pela Central Única das Favelas, que irá acontecer até o próximo dia 21.O evento tem o objetivo de democratizar as produções audiovisuais feitas por moradores de favelas de todo o mundo. “São produções feitas de dentro da periferia, expressões de quem vive aquela realidade”, ressalta o rapper MV Bill, que comandou a festa junto com Nega Gizza. Este ano o festival conta com uma novidade. O prêmio Governo do Rio – Na Tela da Favela, uma iniciativa do Governo do Rio através da Secretaria de Cultura do Estado, em parceria com a CUFA, premiará os dois melhores filmes exibidos. Isso mostra que produções feitas por moradores de comunidade podem ser feitas com qualidade.

Nesta segunda edição, a Central Única das Favelas homenageou ex-alunos do curso de Audiovisual, oferecido pela CUFA, e que receberam prêmios por festivais de todo o País, dentre eles, DMC e Cacau Amaral, Bender Arruda, Pablo Cunha, Paulo Silva e Júlio Pecly.“Cine Cufa são produções de quem está dentro da comunidade pra fora, por meio de cursos como os que a Cufa oferece, as pessoas da comunidade passam a ter um olhar cinematográfico, mais crítico”, comenta Paulo. “ E isso não quer dizer que na favela só tem história triste, e só existe felicidade na zona sul”, acrescenta Júlio.

O evento contou com parceiros importantes, que ajudam, para que tudo aconteça, “É importante que além de apoiar as produções, os espaços de exibições existam, isso faz com que elas cheguem a todos”, afirma Eliane Costa, gerente de patrocínio da Petrobras. O que mostra que essa atitude dá visibilidade ao projeto, e incentiva novas criações, o que vai além dos limites da comunidade.

Quem marcou presença também foi Maxuel Nascimento, o jovem ator de Malhação foi prestigiar o trabalho dos amigos de Santos, que desenvolvem um projeto intitulado Oficinas Querô, “Esse tipo de produção é a visão que o jovem de periferia tem do lugar onde vive, mostrando que também existe talento nesses lugares”, comenta.

Clique para ver a foto

Publicado em: http://cufasinop.blogspot.com/2008/09/abertura-do-cinecufa-movimenta-segunda.html

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O mundo na lente da Favela – RJ

Publicado em: revistaraiz.uol.com.br

Filmes das periferias do mundo estão em cartaz no 2º CineCufa

Com intuito de valorizar as obras audiovisuais produzidas por cineastas de diferentes favelas do mundo, o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro realiza a partir do dia 9 de setembro, com entrada franca, a segunda edição do CINECUFA. Organizado pela Central Única das Favelas as obras exibidas não abordam necessariamente o tema ?favela? mas têm por trás das lentes o ponto de vista da periferia e de seus legítimos representantes.

Além dos filmes,o CINECUFA trás a tona questões importantes que serão discutidas em mesas de debate sempre às terças e quintas-feiras com destaque para a função social dos filmes, o mercado de trabalho e as novas mídias digitais (programação abaixo).Nesses encontros, o público é convidado a pensar junto com personalidades cinematográficas, atores, representantes do movimento do cinema das periferias e outros formadores de opinião. ? A proposta é incentivar essa nova ordem cultural e artística, favorecendo a atuação da periferia não somente como personagem à frente das câmeras, mas também como protagonista por trás delas?, ressalta uma das curadoras do evento, a rapper Nega Gizza.

Nesta segunda edição, a Central Única das Favelas homenagea ex-alunos do curso de Audiovisual, oferecido pela CUFA, e que receberam prêmios por festivais de todo o País. Devido ao barateamento dos equipamentos audiovisuais, deu-se, nos últimos anos, uma intensa produção vinda das comunidades, que proporcionou mais acesso aos meios de produção audiovisual, mas ainda com locais restritos de exibição que atendam essa crescente demanda.

Em 2008, a segunda edição do CINECUFA vai apresentar na tela do CCBB filmes de periferias do mundo, como as da França, Itália, Cuba, Estados Unidos e do continente africano, entre outros. A partir da seleção dos filmes, a proposta é traçar um paralelo entre a diversidade e a peculiaridade deste segmento de produção, abordando diferentes temáticas através de ficções, documentários e animações, de curta, média e longa metragem um amplo panorama das obras cinematográficas das periferias ao redor do globo. A segunda edição do CineCufa conta com as parcerias da Petrobras, Banco do Brasil, MinC e Rede Globo.

?No CINECUFA os cineastas das periferias encontram a oportunidade de exibir suas obras e percepções sobre variados assuntos. E o público que aprecia cinema tem um ponto de encontro para trocar idéias e se informar sobre o que está sendo produzido nos recantos menos privilegiados e pelos habitantes das camadas mais populacionais do planeta?, avalia o coordenador da Cufa, Anderson Quak.

Serviço:
2º CINECUFA
De 9 a 21 de setembro

Centro Cultural Banco do Brasil – Rua Primeiro de Março ,66, Centro, Rio de Janeiro, RJ
Telefone: (21) 3808-2020
Entrada Gratuita
Mais informações sobre os filmes no site oficial:
www.cinecufa.com.br

Programação Debates
Terça dia 9 de setembro às 19:30h
Tema: Mercado de trabalho na área audiovisual

Não é recente a luta dos jovens por vagas na área de audiovisual, para atuarem como profissionais e mesmo como aprendizes. Há necessidade, no mercado cinematográfico, de uma renovação em termos de profissionais, pois embora o mercado apresente sinais de expansão, são sempre os mesmos profissionais que trabalham nas atuais produções. Com isso, entramos no círculo vicioso, onde ONGs, pontos de cultura e núcleos de audiovisual formam profissionais capacitados, porém sem oportunidades na área almejada. Pra onde vão os jovens profissionais? Quem são os responsáveis por abrir caminhos profissionais na área cinematográfica? Dá pra ganhar dinheiro na área audiovisual? Anderson Quack (cineasta e coordenador da Cia. de Teatro Tumulto, da CUFA), Karina Tavares (produtora responsável pelo Festival Internacional Génération Court, realizado na França, no Mali, na Algéria, no Senegal e no Brasil) e Elder Vieira dos Santos (representante da ANCINE), discutirão essas e outras questões com o público do Cine Cufa.

Quinta dia 11 de setembro às 19:30h
Tema: A função social e política dos filmes de favela

A era das grandes produções nas quais a favela era o cenário e os moradores eram os bandidos atingiu seu ponto mais alto com o lançamento do filme ?Cidade de Deus?. Desde esse brilhante lançamento, dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, a produção audiovisual oriundas das favelas de todo o Brasil começou a crescer. Junto com esse crescimento, veio a necessidade de escoar essas produções para a sociedade brasileira. Porque abrir espaço para a exibição desses filmes? Qual o objetivo dessas produções? Existe algum canal destinado à exibição das produções de favela? Qual a diferença entre essas produções e os filmes de “asfalto”? Questões como essas e outras serão tratadas pelo secretário de cultura do município do Rio de Janeiro, Sr. Ricardo Macieira; pelo coordenador do ponto de cultura Hip Hop a Lápis, de São Paulo, Sr. Toni C; e pelo cineasta Cacau Amaral, que mediará a mesa.

Terça dia 16 de setembro às 19:30h
Tema: A função das novas mídias

O século XXI chegou com força total, potencializando cada vez mais as ciências tecnológicas. Diante da globalização e das aceleradas mudanças sociais que a tecnologia nos proporciona, vimos a necessidade de elaborar uma mesa de discussão através da qual profissionais da área possam abordar esse assunto junto com o público do Cine Cufa. Qual será a verdadeira função dessas tecnologias? Para que servem? Podemos viver sem elas? Pode acontecer uma ?revolução das mídias?? Existe algum canal de escoamento para as produções feitas em celulares e similares? Essas e outras questões serão discutidas com Adriana Rattes (secretária de cultura do Estado do Rio de Janeiro), Eliane Costa (diretora de patrocínio da Petrobras) e Adriana Carneiro (estudante de novas mídias, pela Universidade Federal Fluminense).

Quinta dia 18 de setembro às 19:30h
Tema: A televisão e os canais de cinema nacional

Uma vez que o acesso a mecanismos de produção ? tais como cursos e oficinas gratuitos de audiovisual em ONGs, pontos de cultura e núcleos escolares ? foi possibilitado a uma grande parcela de brasileiros, visamos a democratização dos meios de comunicação. Queremos discutir a possibilidade de transmissão das obras audiovisuais feitas por jovens oriundos de iniciativas como as supracitadas. No entanto, embora as leis brasileiras afirmem que as emissoras de televisão precisam abrir espaços para escoar as informações comunitárias e sociais, não existe nenhum órgão que possa fiscalizar e lutar junto com a população por esses espaços, que devem ser satisfatórios para as camadas mais desfavorecidas e carentes de canais onde possam propagar seus conhecimentos, sejam eles cinematográficos, radiofônicos, teatrais etc. Por que falta esse espaço, tanto na TV privada quanto na TV pública e na TV por assinatura? Será que a demanda desses produtos está maior do que a capacidade de absorção dos meios de comunicação? A exibição desses materiais é interessante para as TVs? Esses são apenas alguns dos pontos que serão abordados nessa mesa, composta por Cavi Borges (cineasta), Tiago Gomes (ator, cineasta e coordenador do Núcleo de Audiovisual da CUFA) e Ivana Bentes (professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ).

 

Publicado em: http://revistaraiz.uol.com.br/portal-raiz/portalraiz.php?cod=132&rel=1. Último acesso: 21/11/2012

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5X Favela – Jornal O Globo – Baixada – Contribuição melódica

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